
Como não sabemos nem mesmo a utilidade desse blog, começaremos falando sobre o Nada. O Nada pode aparecer em muitos lugares, desde os seus pensamentos na prova de matemática até uma simples conversa emeésseenística. Para dar a boas vindas aos leitores, discorreremos sobre o nada-existencial e aproveitaremos para mostrar aos meninos o girl power desse blog.
O Nada seria mais do que Tudo, se o Tudo já não fosse isso e Nada em sua completa magnitude. O Nada é, e talvez até seja o que mais É no Tudo. O Nada é aquilo que se pensa no momento de um orgasmo. O Nada é o que se vê quando já está cego. É o que se sente quando perdem-se os sentimentos. Quando imagina-se não existir mais Nada, é quando o Tudo é. Tudo e Nada se confundem como dois corpos em um sexo selvagem. Onde há Tudo, há também o Nada. Então, não há mais diferença e não nos resta Nada. Absolutamente Nada. Desde o princípio e até o fim. Nada.
O Nada, que, de nada, nada tem, é o Nada que me consome. Aproveitando... ou melhor, não aproveitando nada do assunto anterior que em nada pôde me ajudar, vou falar sobre um assunto que do nada me veio: oi.
É aceitável o caos que desorganiza e reorganiza a matéria. Tudo no universo organiza-se, desorganiza-se e reorganiza-se novamente. Por isso, o Nada e tudo se tornam relativos. Devíamos mesmo é deixar o perfeccionismo e o consumismo ('ser' é 'ter' tudo), assim talvez encontrássemos mais felicidade nas coisas simples que nos acontecem e que muitas vezes consideramos Nada e falamos "Ah, não é nada!" ou "Nem foi nada mesmo!".
O Nada seria mais do que Tudo, se o Tudo já não fosse isso e Nada em sua completa magnitude. O Nada é, e talvez até seja o que mais É no Tudo. O Nada é aquilo que se pensa no momento de um orgasmo. O Nada é o que se vê quando já está cego. É o que se sente quando perdem-se os sentimentos. Quando imagina-se não existir mais Nada, é quando o Tudo é. Tudo e Nada se confundem como dois corpos em um sexo selvagem. Onde há Tudo, há também o Nada. Então, não há mais diferença e não nos resta Nada. Absolutamente Nada. Desde o princípio e até o fim. Nada.
O Nada, que, de nada, nada tem, é o Nada que me consome. Aproveitando... ou melhor, não aproveitando nada do assunto anterior que em nada pôde me ajudar, vou falar sobre um assunto que do nada me veio: oi.
É aceitável o caos que desorganiza e reorganiza a matéria. Tudo no universo organiza-se, desorganiza-se e reorganiza-se novamente. Por isso, o Nada e tudo se tornam relativos. Devíamos mesmo é deixar o perfeccionismo e o consumismo ('ser' é 'ter' tudo), assim talvez encontrássemos mais felicidade nas coisas simples que nos acontecem e que muitas vezes consideramos Nada e falamos "Ah, não é nada!" ou "Nem foi nada mesmo!".
1º parágrafo: nina.scissorhands (: e sua introdução
2º parágrafo: Wig for the ladies e seus hormônios
3º parágrafo: Franz e sua poesia
4º parágrafo: Ciça e sua sensatez
foto: Bilu e seu olhar fotográfico.
Um comentário:
Omg. Adorei, hein. Não existe Nada que eu possa dizer, para expressar realmente o quão profundo esse texto é. :)
Acessarei assiduamente esse blog. Ficadica.
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